sexta-feira, 18 de novembro de 2011

PROVA DE REDAÇÃO CONCURSO SEARH -SEEC RN - TRIBUTO AOS COMPANHEIROS DE PROFISSÃO -

A PROVA, COMO SERÁ?

NÃO INVENTE DE ESCREVER BONITO -
EVITE ADJETIVOS - ADVÉRBIOS.
APRESENTE ARGUMENTOS

A CORREÇÃO DA REDAÇÃO É FEITA A PARTIR DA OBSERVAÇÃO DE CRITÉRIOS OBJETIVOS (planilha de correção)

7.1.5 - 2ª Fase - Constituída de Prova de Redação, estruturada na forma de texto em prosa do tipo dissertativo-argumentativo, valendo 10,0 (dez) pontos. A redação será avaliada considerando-se aspectos de estrutura e conteúdo (pertinência ao tema, respeito à modalidade de texto proposta, clareza e lógica na exposição das ideias) e aspectos de expressão (domínio correto da norma-padrão da Língua Portuguesa - adequação vocabular, ortografia, morfologia, sintaxe e pontuação).

7.1.6 - A redação deverá ser feita com caneta esferográfica de tinta na cor preta, fabricada em material transparente, e deverá conter, no mínimo, 25 (vinte e cinco) e, no máximo, 30 (trinta) linhas.

LEMBRE!

Modalidade: TEXTO -DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO

Característica: pressupõe a apresentação de justificativas, explicações, defesa de uma ideia, argumentação, objetividade.

OS TEXTOS APRESENTADOS PELA BANCA (VERBAIS OU NÃO-VERBAIS) SERVEM DE REFERÊNCIA

OS VÍDEOS SOBRE EDUCAÇÃO NO BRASIL QUE APARECEM POSTADOS AO LADO PODEM SERVIR DE REFERÊNCIA.

SUGESTÃO:

Primeiro parágrafo - Construa uma afirmação seguida de dois a três argumentos a serem desenvolvidos Cuidado ! A banca pode solicitar dois argumentos.

Segundo, terceiro (e quarto) parágrafos - Desenvolva em cada parágrafo cada um dos argumentos enumerados no primeiro parágrafo.(Se foram enunciados apenas dois argumentos, não haverá o quarto parágrafo citado anteriormente)

Último parágrafo - Apresente uma proposta (tomada de atiude) que seja politicamente correta e que contemple os direitos humanos, estatuto da criança e do adolescente, princípios assgurados pe Constituição Federal - Título VIII - Da Ordem Social -CapítuloIII - Da Educaçõ, da Cultura e do Desporto -Secção I - Da Educação (arts 205 a 214)
Lei de Diretrizes e Bases da Educção - Lei no. 9.394 de 20 de dezembro de 1996


RECOMENDAÇÃO DE LEITURA E ANÁLISE (TEMA DA REDAÇÃO)- SERÁ?


É EXTREMAMENTE RELEVANTE PARAR UM POUCO E REFLETIR SOBRE

• Perspectivas de aprendizagem e instrumentalização do ensino na escola: aprendizagem tradicional, aprendizagem significativa, os conflitos

• As novas tecnologias da informação e das comunicações como recursos para a aprendizagem escolar.

• Diversidade cultural, inclusão social e atenção a pessoas com necessidades educacionais especiais.


• A Natureza e Seu Significado Dentro da Questão Ambiental Hoje

• Fato social, ação social, indivíduo e sociedade, redes sociais,

• Legislação educacional. LDB 9.394/96 e seus dispositivos legais complementares. Políticas Públicas para a Educação Básica

• Perspectivas de aprendizagem e instrumentalização do ensino na escola: aprendizagem tradicional, aprendizagem significativa, os conflitos cognitivos e a aprendizagem, aprendizagem como processamento da informação, aprendizagem colaborativa.

• Trabalho docente e a formação continuada dos professores. Princípios e fundamentos a partir das novas exigências das atuais reformas educacionais. Saberes docentes e profissionalização da docência. A identidade do professor profissional.

• Sistema Nacional de Avaliação: O SAEB, a Prova Brasil e o ENEM.

LEIA O TEXTO ABAIXO, COPIADO DE:

http://professor.aaldeia.net/aescola.htm

escola

A Escola era como um pequeno país, com pessoas simpáticas e antipáticas, pacientes e impacientes, generosas e egoístas, bendizentes e maldizentes, que trabalhavam juntas e juntas se construíam e desgastavam.

Disse que a Escola era como um país. E era. Tinha regras que se cumpriam e outras que não se cumpriam. Tinha governantes que eram eleitos democraticamente e governavam. Tinha governantes que, democraticamente, exerciam o seu direito de pôr, opor e dispor, conforme a influência dos seus líderes ou sensibilidades. Possuía as zonas distintas dos grupos, as pequenas capelas da oposição, os círculos presidencialistas e as largas faixas dos neutros. Em resumo: tinha um corpo docente de uma centena de indivíduos, exercendo uma das profissões mais gratificantes e esgotantes do mundo.

Por isso, quem tenha a triste ideia de pensar que levar uma escola para a frente é tarefa fácil, é porque conhece muito pouco da natureza humana e das suas fraquezas!

Fazer com que, dia após dia, uma população de, aproximadamente, mil almas, conviva em paz e sossego, recebendo cada um o que lhe é devido, desde comida a respeito, é uma tarefa que requer, por vezes, virtudes gigantes que não possuímos. Porque numa escola acontece de tudo. Uma escola não é um edifício com muitas salas onde os meninos entram a toque de campainha, recebem ensinamentos e tornam a sair. Para começar, as campainhas, de vez em quando, não tocam e então, gera-se um crescendo de gritos e assobios que, ao rolar pelos corredores, leva às portas da loucura os mais nervosos.

Uma escola faz-se todos os dias com muita Bondade e Firmeza. Fazem-na todos os que nela trabalham. Sem nenhuma excepção. E quando alguém falha (e todos os dias falham sempre alguns), as faltas vêm ao de cima como nódoas de azeite e ficam à vista de quem sabe entender. O pior é que, uma vez toleradas, se pensam aceites e se instalam de vez. Depois, como um vício, só são extirpadas com lutas penosas e o sofrimento daqueles que atacam e de quem se defende. E nem toda a gente, devemos sabê-lo, nasceu campeã de causas perdidas!

Uma escola é também um lugar onde é preciso saber, e depressa, o que se faz quando:

se partem braços

se tomam drogas

se roubam objectos

se cortam veias

se atropelam alunos

se instauram processos

se anavalham rivais

se apalpam garotas.

É o lugar onde os encarregados de educação vêm:

desabafar

perguntar

pedir

exigir

gritar

ofender

ameaçar...e, por vezes, bater! É o sítio onde mães de famílias respeitadas são desrespeitadas até à neurose, à raiva e ao pranto, só porque não possuem as doses exactas de autoridade e ternura que despertam respeito nesta seiva a ferver.

Uma escola é também um lugar cheio de explosões de sons agressivos, onde as dores de cabeça serão enxaquecas, os aborrecimentos se transformam em depressões e as depressões em psicoses.

Ah!, mas é também um lugar maravilhoso, onde os olhos de uma criança, de repente, se acendem e aquecem quem vê. É o lugar onde as lágrimas podem ocultar uma imensa alegria e um sorriso tenso, um drama sombrio.

É o país do Ontem, do Hoje e do Amanhã, onde os professores apelam incessantemente às fontes da paciência, em nome dos meninos que eles foram, e onde semeiam, sem saber se o joio vencerá o trigo ou se a colheita será farta ou não.

É o Reino dos Poetas, dos Homens-Meninos e daqueles que ouvem, no centro da alma, o que diz o silêncio da criança que olha.

É um país, sim, e um país singular, porque aí se exercem, a todas as horas, persistentemente, o Amor e a Paz. E isso é difícil: não nascemos anjos.


(Maria Lucília Bonacho - O Futuro está a estudar)



SUCESSOOOOOOO COMPANHEIROSSSSSSSSSSS! DEUS ILUMINE VOCÊS!
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